Na primeira aula de maquetes do ano, foi nos dada a tarefa de executar dois tipos de dobraduras utilizando, para cada uma, apenas uma folha quadrada de papel sulfite. A primeira dobradura tornou-se um arco texturizado composto por 72 triângulos, já a segunda transformou-se numa espécie de sanfona em forma triangular, marcada por vincos em linha reta. Assim, percebemos o quanto a resistência dos materiais pode ser alterada dependendo da maneira que eles são estruturados.
Posteriormente, as professoras propuseram que criássemos, com o auxílio de calungas para a noção de escala adequada, diversas situações em que as dobraduras funcionassem como objetos interagindo com diferentes meios.
Seguem abaixo, fotografias dessas situações que nos despertaram criatividade e, conseqüentemente, um olhar mais aguçado sobre o espaço urbano.
Nestas fotos a dobradura em forma de arco funciona como um túnel para carros, protegendo-os numa região sujeita à deslisamentos de terra.
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Aqui, ela pode ser usada como um banco (de design arrojado) para os frequentadores de um parque público descançarem.
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Nesta última fotografia, a dobradura sanfonada pode ser vista como uma igreja de estilo futurista com entrada subterrânea.
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